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Sinttel aguarda sentença do Juiz sobre multa contra a Outpar/CEF

23/06/2021 - 23h38 - Sinttel-ES - Redação
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A 1ª audiência telepresencial na justiça do Trabalho, ocorrida dia 22, sobre o processo que cobra multas por descumprimento de Convenção Coletiva contra a Outpar Service não houve conciliação. A Outpar contrata telefonistas para as agências Caixa Econômica Federal em todo o Espírito Santo e vem atrasando o pagamento de salários desde que assumiu os contratos em fevereiro desse ano. 

O Juiz da 10ª Vara do  Trabalho de Vitória, Luis Claudio Branco, terá que julgar e dar sua sentença para as infrações que a empresa vem cometendo, descumprindo cláusulas que garantem direitos às/os  telefonistas. Mas não estabeleceu uma data para proferir a sentença. Pelo SINTTEL, estavam telepresentes o presidente, Nilson Hoffmann e o brilhante advogado, Ângelo Latorraca.

O Advogado da Caixa Econômica Federal tentou uma estratégia para se livrar da ação, que cobra da Caixa – se a Outpar perder a ação e não pagar as multas. Ele queria que o Juiz juntasse  a ação do Sinttel, represente das/os Telefonistas, com a ação do Sindilimpe – Sindicato dos Trabalhadores em Asseio Conservação e Limpeza Pública, representante das/os recepcionistas. Elas também sofreram com os atrasos nos pagamento dos salários e do auxílio-alimentação e cobram as multas estabelecidas em Convenção Coletiva. O Juiz não aceitou, devido às telefonistas pertencerem a uma categoria diferenciada.

Desafios com a nova empresa

O ano começou com muitos problemas para as/as telefonistas da Caixa Econômica Federal no ES, absorvidas pela Outpar Service Eireli, empresa com sede em Londrina, no Paraná.

No dia 22 de junho, às 16 horas, na 10ª Vara do Trabalho da Justiça do Trabalho, em Vitória, acontecerá audiência telepresencial de conciliação na reclamação trabalhista que cobra da Outpar Service e Caixa Econômica Federal o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Há multas por descumprimento de cláusulas que estabelecem o dia de pagamento e também por descumprir a própria CCT.

Já no primeiro mês de contrato com o Caixa, a empresa começou pagando salários com atrasos, demorando em ressarcir gastos com transporte durante as medidas restritivas contra o Coronavirus que suspendeu o transporte público em todo o Estado e o exame admissional, que ela pediu para que as/os telefonistas custeassem do próprio bolso. A empresa ainda se recusa a pagar o dia 29 de março para as/os funcionárias/os que não conseguiram ir às agências devido à falta de transporte público e o não fornecimento de uma alternativa pela empresa.

Neste início de junho a empresa voltou a atrasar os salários que receberam no dia 9, ao invés do dia 5. A Outpar também atrasou o abastecimento de créditos nos cartões  alimentação. O repasse do tíquete e do vale transporte atrasaram.

 

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