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Um novo momento exige uma nova federação

16/01/2019 - 17h58 - Sinttel-ES - Redação
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No próximo dia 28 de janeiro, às 18h, na sede provisória do Sindicato, os trabalhadores filiados ao Sinttel-ES se reúnem assembleia para decidir a criação de nova federação.
Após várias reuniões, dirigentes dos sindicatos dos trabalhadores em telecomunicações dos estados do Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rondônia frente a grande insatisfação com os rumos da nossa velha organização nacional, a Fenattel, debateram alternativas que permitam a superação da letargia e do imobilismo presentes na sua diretoria executiva e notadamente à centralização excessiva e autoritarismo de sua presidência. Diante disso, no dia 19 de dezembro, os trabalhadores no Sinttel-ES, reunidos em assembleia, decidiram se desfiliar da Fenattel.
Para nós, a democracia é a única argamassa capaz de viabilizar um agrupamento que tem na política sua única razão de ser. Política em seu sentido maior, sem mistura com questiúnculas partidárias.
Isto tem faltado sistematicamente à velha federação ao longo dos últimos tempos, com uma elevada e insustentável elevação durante o ano passado e tornando-se crítica a situação em 2018.
Decisões que envolvem centenas de milhares de trabalhadores espalhados por todo o país não podem de forma alguma ser tomadas com base na vontade de uma única pessoa ou para favorecer um único ente federativo.
Muito pelo contrário, pensamos nós.
Nossa maior motivação em estarmos juntos num projeto nacional é o raciocínio óbvio de que unidos seremos mais fortes, porém a unidade de ação pressupõe democracia no processo decisório. Os erros e os acertos devem ser coletivos. A política do um decide e os outros obedecem para nós chegou ao final.
A assembleia vai autorizar ou não o Sinttel-ES a eleger representantes da sua base para juntos com outros estados para criar uma nova entidade, uma federação interestadual de trabalhadores em telecomunicações.
Esta federação terá o papel fundamental de estimular o debate das ideias; permitir a seus filiados a participação nos mais diversos fóruns e a mais livre expressão de pensamento e de crítica; que reúna seus dirigentes sistematicamente; que discuta e delibere onde e como aplicar seus recursos financeiros; que exercite o contraditório e chegue às decisões com a vontade coletiva.
A nova federação deve contrapor-se aos velhos e ultrapassados modelos sindicais. Uma federação de verdade. Com participação efetiva dos trabalhadores e seus sindicatos. Com uma gestão moderna e democrática. Com democracia nas finanças. Com liberdade de pensamento e de expressão. Com rapidez na comunicação. Com liberdade de crítica. Com total independência em relação às empresas e aos governos.
Uma federação livre para defender os interesses dos trabalhadores em telecom espalhados por todo o país!

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