Orgulho danado!

Desde a sua criação, o sindicato atua como o principal escudo da categoria contra a precarização, garantindo avanços que hoje fazem parte do cotidiano de milhares de profissionais da área. Há 10 anos temos um canal direto de comunicação com a categoria pelo WhatsApp +5527988896368
A história do Sinttel-ES se confunde com a própria evolução tecnológica e estrutural do setor de telecomunicações no estado. A entidade atravessou períodos de intensas transformações — desde a época das estatais até o complexo cenário pós-privatizações, operações de call center, a expansão da telefonia móvel, da internet de fibra óptica e o surgimento das grandes operadoras.
Em cada uma dessas transições, a diretoria do sindicato manteve-se firme no propósito de assegurar que a modernização tecnológica não se traduzisse em perda de direitos. Entre as principais bandeiras históricas consolidadas pelo Sinttel-ES, destacam-se:
Ao atingir os 56 anos, o Sinttel-ES não apenas celebra o passado, mas renova as suas forças para os desafios contemporâneos. A categoria enfrenta hoje novas fronteiras de disputa, como a regulação do teletrabalho (home office), o impacto da inteligência artificial nas funções administrativas e de atendimento, além da terceirização desenfreada que ameaça a estabilidade do mercado de trabalho.
A diretoria do sindicato reforça que cada direito mantido no contracheque atual é fruto direto da sindicalização e da participação ativa dos trabalhadores nas assembleias e mobilizações.
“Celebrar 56 anos é olhar para trás com orgulho de cada greve, de cada negociação difícil e de cada trabalhador que teve sua dignidade defendida por esta instituição. Mas é também olhar para frente, sabendo que as empresas de telecomunicações faturam bilhões e que a nossa missão é garantir que essa riqueza seja revertida em salários justos, saúde e respeito para quem de fato faz o sistema funcionar”, destaca a direção do Sinttel-ES.
Parabéns, trabalhadores e trabalhadoras em telecomunicações! São 56 anos de união, força e conquistas. A luta continua!