Negociação da Convenção coletiva
As empresas, por meio do Sinstal, todos os anos vem com o mesmo papo: “não podemos dar aumento real porque os contratos com as operadoras nos engessam, não permitem ampliar direitos como por exemplo garantir o pagamento do tíquete nas férias. E sempre querem parcelar o INPC”.
Parcelar o INPC é parcelar o que a inflação corroeu da renda do trabalhador. Tem um ano que os salários vêm perdendo poder de compra e as empresas ainda querem repor as perdas a perder de vista. Sem chances!
O SINTTEL-ES reafirmou sua posição na reunião de não aceitar essas condições e de exigir que as empresas como Telemont, Procisa, Hallen, FFA, TLP, Ondacom, entre outras, parem com esse argumento fajuto e respeitem os trabalhadores pagando salários dignos, pois estão sujeitas a não conseguir contratar técnicos.
Todos os dias, as empresas divulgam anúncios fora da realidade. Renda de até R$ 7 mil, R$6 mil por mês, para ver se conseguem atrair técnicos. Mas não encontram interessados! É que a realidade, o trabalho no dia a dia, não rende como nos anúncios.
A causa principal do desinteresse do trabalhador nesse setor é o salário miserável, o tíquete alimentação que não compra uma quentinha, a escala é 6×1 e que acaba virando 7×0, pois as empresas por falta de pessoal, suspendem as folgas, colocam os trabalhadores de sobreaviso dentro da escala, abusam do Banco de Horas, não pagam a janta quando o trabalhador dobra. O ritmo é pesado e as cobranças muito mais. E, por último, a onda de descontos de valores no contracheque sem autorização e sem a defesa do empregado.
Agora é a hora pessoal! Estamos em negociação da Convenção Coletiva.
Momento de luta por reajuste e aumento real nos salários e sem parcelamento. Só INPC não basta! É luta por valorização, na data base, neste mês de maio. E claro! Pelo fim da escala 6×1 sem redução do salário!
Estamos juntos! Sindicalizem-se e concorram a prêmios. A promoção vai até o dia 31 de maio.
Filie-se e concorra ao sorteio de uma bicicleta elétrica e outros prêmios