Notícias

Sindicalistas de várias correntes apoiam Lula e irão a Porto Alegre

15/01/2018 - 14h10 - Sinttel-ES - Tania Trento
Imprimir

Depois de adesões de líderes da CUT, CTB e Intersindical, presidente da Força Sindical e um dos líderes do impeachment, assinou hoje manifesto. “Defesa da legalidade”, afirma dirigente

Muitas das políticas de aquecimento da economia, como valorização do salário mínimo, resultaram de unidade das centrais

São Paulo – Sindicalistas de diversas correntes assinaram manifesto de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que até as 19h desta quinta-feira (11) somava 165 mil adesões. Lideranças como Vagner Freitas, Carmen Foro e Sérgio Nobre (presidente, vice e secretário-geral da CUT, respectivamente), João Carlos Gonçalves, o Juruna (secretário-geral da Força Sindical), Edson Carneiro, o Índio (secretário-geral da Intersindical), Adilson Araújo (presidente da CTB) e Luiz Gonçalves, o Luizinho (presidente da Nova Central em São Paulo) estão entre os primeiros signatários do meio sindical.

Quem incluiu seu nome hoje (11) foi o presidente da Força, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (SD-SP), também presidente da legenda e um dos líderes do impeachment de Dilma Rousseff. O dirigente afirmou que Lula não pode ser tirado “no tapetão”. Ele se reuniu nesta quinta-feira, em São Paulo, com o ex-deputado federal Aldo Rebelo (PSB), outro possível presidenciável.

Participaram da reunião outros dois dirigentes da Força, Juruna e o 1º secretário, Sérgio Luiz Leite, o Serginho – que também assinou o manifesto Eleição sem Lula é fraude. Segundo Juruna, dirigentes da central vão participar das manifestações em Porto Alegre, onde no próximo dia 24 o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgará recurso do ex-presidente.

Ele observou que não se trata de uma questão institucional, mas de apoio de vários sindicalistas à presença de Lula. O dirigente avalia que a adesão de Paulinho, opositor do governo Dilma, reforça o movimento que busca garantir a legalidade do processo eleitoral deste ano.

Com tradução em sete idiomas (inglês, francês, espanhol, italiano, árabe, chinês e russo), o manifesto já conseguiu apoio em mais de 110 países. O documento foi lançado no final de dezembro pelo economista Luiz Carlos Bresser-Pereira, o diplomata Celso Amorim, o cantor e compositor Chico Buarque, os escritores Raduan Nassar e Milton Hatoum, a socióloga Maria Victoria Benevides, o jurista Fábio Konder Comparato, a jornalista Hildegard Angel e o líder dos sem-terra (MST) João Pedro Stédile.

por Redação RBA publicado 11/01/2018 17h57
ROBERTO PARIZOTTI/CUT

Inscreva-se para receber notícias do SINTTEL-ES pelo WhastApp.
Envie uma mensagem com o seu nome (completo) e o de sua empresa para (27) 98889-6368

Pin It on Pinterest

Sinttel-ES