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GVT “barriga” negociações

20/08/2013 - 7h46 - Sinttel-ES - Redação
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Já estamos no final de agosto e não temos como avaliar uma proposta do PPR 2013

Nos últimos anos tem sido muito difícil iniciar e fechar negociação com a GVT. I isto ocorre por motivos que, com certeza, não são dos sindicatos envolvidos nas negociações, mas sim decorrem da atitude da empresa de protelar as conversas, pois não tem interesse na participação dos sindicatos.

Os negociadores comparecem a contra-gosto e vem com objetivos claros de empurrar as propostas da GVT sem que os sindicatos possam interferir nas mesmas, aumentando assim seu lucro, e praticando concorrência desleal às custas de seus e m p r e g a d o s , como tem sido nos últimos anos.

A operadora troca os interlocutores descontinuando as conversas, e protelando. Mas a empresa mantém a mesma postura: nada acontece de novo e as coisas continuam da mesma forma que antes. É o ditado popular, mudam só as moscas…

A GVT protela e não informa aos sindicatos e nem à comissão nacional de negociação da FENATTEL os detalhes e informações mínimas que ambos solicitam para avaliarem a proposta de PPR apresentada pela operadora.

A empresa não se digna a atender as ligações e nem cumpre agenda compromissada nas reuniões, sem contar o descaso no tratamento das reuniões com datas e horários, mesmo combinando com a comissão nacional.

Numa das ocasiões, havia combinado de agendar uma nova reunião no final de julho, para continuar as conversas, bem como enviar as informações solicitadas. Mas só em 12 de agosto se manifestou e a justificativa foi que está muito ocupada com prioridades internas. E avisou: “assim que terminar tal tarefa, iniciará a negociação”.

A próxima reunião está agendada para os dias 21 e 22 de agosto. Será que a GVT vai parar com essa estratégia sacana?

Falta respeito e transparência. Sobra lucro e exploração

A Comissão de Negociação dos Trabalhadores na GVT (Fenattel) ratificam os três pontos para evoluir a negociação.

Transparência nas discussões e negociações dos ACT referentes ao PPR 2013, e renovação do ACT 2013/2014.

Solução imediata dos problemas internos levantados nas regiões /estados.

Interlocução responsável, transparente respeitosa e séria com as entidades sindicais e seus membros.

Sem isso, não poderá haver avanços.

Essa estratégia de barrigar e protelar as discussões é antiga e ridícula, pois a função dos RTS (representante da Relação Trabalhista e Sindical) deve ser prioridade na empresa.

O tempo passa e ela quer chegar na hora do fechamento da folha e pagar o quer, aquele tipo de abono “cala-peão”, que ofende a dignidade de seus empregados.

A paciência ACABOU. É hora de exigir nacionalmente um comportamento diferente da empresa em relação aos sindicatos, à comissão nacional da FENATTEL e à própria Federação, como representantes legítimos dos trabalhadores.

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