PAUTA DOS TRABALHADORES
Stédile propõe frente popular contra crise e efeitos da pandemia
- Sinttel-ES - Tânia Trento | Jornalista | Reg. Prof. 0400/ES

“Defendemos a construção imediata de uma Frente Popular, que reúna os movimentos populares que integram a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, centrais sindicais, partidos políticos, movimento interreligiosos, as entidades civis, coletivos de juventude, os artistas e os intelectuais”, propõe João Pedro Stédile, líder do MST
247 - O líder do MST João Pedro Stédile, defendeu em artigo publicado no portal Poder 360, a construção imediata de uma Frente Popular, que reúna os movimentos populares que integram a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, centrais sindicais, partidos políticos, movimento interreligiosos, as entidades civis, coletivos de juventude, os artistas e os intelectuais”, propõe João Pedro Stédile, líder do MST.
Segundo ele, “a construção dessa frente em torno da defesa de medidas urgentes e dos interesses populares deve girar em torno de uma pauta unitária, que está em debate em diversos espaços com os seguintes ponto:”
Lutar pela vacina já, pública e para todos os brasileiros, de forma urgente e prioritária, fortalecendo o SUS com os recursos necessários.
- Garantir a manutenção do Auxílio Emergencial até o final da crise da pandemia do Coronavírus.
- Garantir o abastecimento e o acesso a alimentos saudáveis, com preços controlados.
- Exigir um plano nacional de emprego para enfrentar a pandemia do desemprego.
- Lutar pelo “Fora Bolsonaro”. Esse governo não tem as mínimas condições para enfrentar os problemas nacionais. Há mais de 50 pedidos de impedimento dormindo na Câmara dos Deputados.
- Aprovar a taxação dos mais ricos, começando pelos 88 bilionários que enriqueceram na pandemia.
- Regulamentação da taxação de lucros e dividendos, grandes fortunas, heranças e movimentações dos bancos. Revogar a Lei Kandir.
- Acabar com a isenção fiscal que desviou R$ 457 bilhões dos cofres públicos em 2020, segundo a Unafisco. Lutar contra as privatizações e defender a Eletrobrás, os Correios, a Caixa, o Serpro, a Petrobras e as terras (que o governo e ruralistas querem entregar 25% de cada município ao capital estrangeiro).













