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Telefônico/a vota em candidato que defende trabalhadores/as

05/10/2018 - 19h08 - Sinttel-ES - Redação
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Nota Pública do Sinttel-ES aos trabalhadores
nas empresas de telecomunicações no ES

Neste domingo dia 7, vamos às urnas escolher o presidente que governará o País pelos próximos quatro anos.

Há uma disputa clara entre dois projetos:  de um lado, a elite, fascismo, um candidato da extrema direita, ódio, discriminação, violência contra as minorias, corte de direitos, aumento de impostos para os mais pobres, TORTURA, DITADURA. Do outro lado estão os pobres, os trabalhadores, o diálogo, a inclusão, o Bolsa Família, Prouni, Luz para Todos, Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos e DEMOCRACIA, – e o juiz é o povo. É uma disputa entre classes sociais: entre ricos e pobres.

Nós estamos vivendo um período histórico da sociedade brasileira. Para uns causa medo. Em outros, há esperança. E muitas fakes news  (notícias falsas), que confunde os(as) eleitores(as) menos esclarecidos(as) .

O Sinttel-ES, Sindicato dos(as) TRABALHADORES(AS) nas empresas de telecomunicações, vem, perante os seus representados e toda a sociedade capixaba chamar a atenção para esse momento.

Uma decisão errada significa mais quatro anos de crise, desemprego, arrocho salarial, sem décimo terceiro salário, sem adicional de férias, pagando CPMF, grávidas trabalhando em locais insalubres, sem justiça trabalhista e terceirização em todas as áreas das empresas e do setor público. Imagine seus filhos tendo aula com um professor terceirizado?

Parte da nossa categoria sabe bem o que é terceirização. Foram as primeiras vítimas da privatização do setor de telecomunicações com salários, benefícios, bônus e direitos cortados pela metade, realizando o mesmo trabalho ou mais, que faziam antes nas empresas de telefonia estatais. E isso vai se estender para tudo que é lado e sem sindicato para defender os trabalhadores, uma vez que o candidato da extrema direita já disse que “sindicatos são uma desgraça e só servem para atazanar a vida dos patrões” Veja você mesmo.

O candidato da extrema direita, já mostrou a que veio: votou a favor da  reforma trabalhista. E ai foi derrubada a jornada de trabalho máxima de oito horas, direito conquistado há mais de um século pelos trabalhadores do mundo. Agora, a jornada pode chegar a 12 horas. A empresa pode pagar parte do salário como “prêmio”, sem inclusão no 13º, na aposentadoria e no FGTS. A multa por demissão sem justa causa caiu de 40% para 20% do saldo do FGTS. Mulheres grávidas e lactantes podem agora ser designadas para trabalhar em locais insalubres.

Embora não seja retratado de forma tão negativa pela MIDIA GOLPISTA brasileira, o candidato do PSL à presidência foi descrito como “pesadelo”, “demagogo” e uma “ameaça à democracia” por diversos veículos estrangeiros. Revistas e jornais de diversos países, de diferentes continentes, como Alemanha, Áustria, Argentina, Austrália, Estados Unidos, Índia, África do Sul e Qatar, já publicaram reportagens e artigos negativos contra o deputado e capitão da reserva.

Como deputado, esse ex-militar votou contra o Combate à pobreza, votou contra lei que regularizou o trabalho da doméstica, votou contra o tratamento prioritário de mulheres estupradas e agredidas, Votou contra a valorização do Salário Mínimo. Mas é a favor do auxílio moradia, da PEC dos gastos públicos que proíbe aumento do investimento público nos próximos 20 anos, da reforma trabalhista, da terceirização geral e irrestrita e do aumento do próprio salário.


Seu projeto dissemina violência, ódio, racismo, homofobia e preconceito contra mulheres e pobres. Ele utiliza falsamente as temáticas do aborto, gênero, família e ética; faz apologia à tortura, à pena de morte e ao armamentismo; e é réu por injúria e incitação ao crime de estupro.

Como os trabalhadores podem defender a eleição de um capitão simplório, um vice general, um economista fraco e sedento de poder, e novos diretores de colégio militares, com perseguição de gays, submissão de mulheres e distribuição de fuzis?

Não se vota com a bílis. Quem recuperou o país, criou 20 milhões de empregos com carteira assinada, tirou 32 milhões de pessoas da miséria, construiu mais de 200 Institutos Federais e 123 universidades, milhões de casas populares. A luz chegou a lares longínquos. Trouxe médicos humanitários para atender onde os riquinhos não queriam ir merece a chance de fazer melhor.

O Governo dos Trabalhadores, este segundo ciclo, ainda é melhor do que o Centrão megacorrupto ou uma ditadura autoritária.  Precisamos de tempo, como nação, para espantar a ignorância e aprendermos a ser estáveis. Não vamos deixar o pavor instruir nossas escolhas. O Brasil é maior do que isto.

Dia 7, vote NÃO para Bolsonaro, Ricardo Ferraço (relator da reforma trabalhista, Magno Malta, Rose de Freitas, Lelo Coimbra, Manato, Foletto, Evair de Mello, Norma Ayub, Marcus Vicente que votaram a Reforma Trabalhista e acabaram com muitos direitos da classe trabalhadora. Todos traíram a classe trabalhadora). #ELESNÃO

Dia 7, vote  SIM para quem possui histórico de ações em favor dos mais necessitados: crianças, adolescentes, jovens, trabalhadores, idosos, sem teto e desempregados.

Dia 7, vote SIM para esperança que vai derrotar o ódio. 

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